RUE


Comunicado da Lista POUS/RUE aos estudantes do Ensino Superior

desemprego universitarios

Muito para além de uma mera campanha eleitoral, a Lista do POUS convida os estudantes universitários a participarem no próximo debate promovido pelo POUS em conjunto com a Comissão Nacional pela Ruptura com a União Europeia (RUE). Já antes da campanha eleitoral começar, vínhamos promovendo estes debates.

Debatemos a questão da nação e vimos ser impossível  manter a nossa soberania dentro do quadro da União Europeia.

Debatemos o papel dos sindicatos enquanto organizações dos trabalhadores e o significado de os dirigentes das duas principais centrais sindicais desfilarem lado a lado em Madrid, numa manifestação promovida pela CES (Confederação Europeia Sindical), o mesmo não acontecendo aqui, em Portugal, num momento em que os trabalhadores de toda a função pública estão a perder o vínculo, submetidos a uma avaliação destinada a partir as suas carreiras, dividindo-os para melhor as poder controlar, lançando uns trabalhadores contra os outros, em vez de se unirem na defesa dos seus direitos.

Durante a campanha procurámos informar e agrupar mais pessoas em torno do nosso projecto. Primeiro houve quem estranhasse a ruptura mas muitos compreenderam que só realizando essa ruptura efectiva, será possível parar o processo dos despedimentos e começar a construir em vez de destruir. Por vezes é preciso desfazer o que impede a construção. Apelamos à necessidade de uma ruptura com a União Europeia porque ela é um obstáculo à soberania, à democracia e à liberdade dos povos.

Finda a campanha, continuamos a  debater o modo de sair desta situação que comprometerá cada vez mais o futuro das próximas gerações.

Este comunicado foi hoje distribuído por candidatos da Lista do POUS, na Cidade Universitária de Lisboa:

Cara(o) estudante,

No dia 7 de Junho haverá muitos cidadãos que irão votar com a convicção de que esse exercício da democracia poderá contribuir para mudar a situação no nosso país, ou – mesmo sem convicção – por fidelidade ao seu partido político. Haverá também muitos outros que irão a alhear-se desta eleição, revelando as sondagens um número gigantesco de abstencionistas em todos os países da Europa.

Mas, quer uns quer os outros, estão unidos numa imensa angústia perante o processo de desmoronamento da sociedade, a partir da destruição em massa do seu aparelho produtivo, traduzida em particular no fecho de empresas e nos despedimentos. Veja-se as dezenas de milhar de jovens qualificados sem emprego, ou em empregos precários e com salários de miséria.

Depois de 7 de Junho, este processo irá prosseguir. A Comissão Europeia espera que haja mais nove milhões de desempregados, nos países da Europa, nos próximos meses. Ela “espera”! Os governos “esperam”! E o que fazem para estancar esta situação? Onde iremos parar?

Cara(o) estudante,

A situação para os jovens não é fácil. A destruição do tecido produtivo – aquele que produz a riqueza para alimentar os serviços públicos, para alimentar o Ensino superior e a investigação científica, que depois revertem a favor de toda a Humanidade – irá ter, já está a ter, consequências terríveis.

Vejam-se todas as medidas de desqualificação das licenciaturas, a modificação da gestão das escolas (RJIES), o aumento das propinas – a caminho da privatização do Ensino Superior – e a formação de elites, resultantes de uma política envolvida em palavras que nos são muito caras, como é o caso da uniformização a nível europeu, para permitir a mobilidade dos estudantes, no chamado Processo de Bolonha.

Perante isto, o que é necessário fazer? O que pode cada um de nós fazer?

É preciso debater estes assuntos, para compreender o que se está a passar, em Portugal e no resto do mundo.

Se está interessada(o):

  • em debater as causas desta situação, em discutir por que razão o POUS/ IVª Internacional e a RUE consideram que não há outro caminho – para mudar a direcção para onde estão a ser levados os povos de toda a Europa – senão romper com os Tratados comerciais que constituem o fundamento desta União Europeia e lançarmo-nos na construção de outra União, assente na cooperação entre os povos.
  • em saber o que estão a fazer outros jovens e trabalhadores a realizar noutros países da Europa e do resto do mundo no sentido de mudar esta situação

Venha participar numa reunião, no próximo dia 9 de Junho, às 17 horas e 30 minutos, na sede do POUS, situada na Rua de Santo António da Glória, nº 52 B, cave C, em Lisboa.

A lista do POUS para o Parlamento Europeu



Comunicado RUE 25/Abril/2009

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https://rueportugal.wordpress.com

e-mail: rue.portugal@gmail.com

VIVA O 25 DE ABRIL


PROIBIÇÃO DOS DESPEDIMENTOS


A RUE (Comissão Nacional Ruptura com a União Europeia) é uma comissão recentemente formada, em 13 de Setembro de 2008. No Apelo da sua constituição proclamava:

«NÃO À UNIÃO EUROPEIA!
UNIÃO LIVRE DAS NAÇÕES SOBERANAS DA EUROPA!
O povo da Irlanda disse “Não!”.
Disse “Não!” no referendo ao Tratado de Lisboa.
O povo da Irlanda disse “Não!” à ditadura das instituições da União Europeia:
– Que ataca todos os trabalhadores, destruindo a contratação colectiva e todos os direitos laborais;
– Que impede os pescadores, os agricultores e os camionistas de sobreviverem;
– Que impõe o desmantelamento dos serviços públicos, nomeadamente, na Saúde, no Ensino e na Segurança social;
– Que ataca a democracia e a soberania nacionais para acabar com todas as conquistas de Abril.
O povo da Irlanda disse “Não!”, tal como os pescadores de França ao declararem: “Abaixo a ditadura da União Europeia!”; tal como o afirmaram os povos francês e holandês, ao votarem “Não!” no referendo à “Constituição” Europeia, em Maio de 2005.»
O Tratado de Lisboa pretende reforçar mais os poderes dos outros tratados e concentrar esses poderes de decisão nas cúpulas da União Europeia (UE) que ninguém elegeu.
O Tratado de Lisboa visa despojar as nações do poder de decisão dos seus órgãos representativos eleitos, retirar poderes aos parlamentos nacionais eleitos pelos povos de cada Estado-membro.
Por meio destes tratados, a UE procura destruir as nações de acordo com um plano global de liquidação dos direitos e das conquistas dos trabalhadores e dos povos, privando-as da sua soberania e da sua capacidade de resposta às necessidades dos respectivos cidadãos, através da imposição de directivas que se sobrepõem às leis de cada nação.
Cada vez mais tudo passará a vir de Bruxelas, como aliás já acontece em larga medida, fazendo com que a maior parte das deliberações políticas e da legislação que as sustenta decorra de directivas da UE.
A nossa Comissão integra militantes do POUS (Partido Operário de Unidade Socialista, secção portuguesa da IVª Internacional) e cidadãos de vários sectores profissionais e ideológicos que se revêem na ideia de que a União Europeia, desde os primórdios da sua constituição, se tem orientado no sentido de proteger o sistema económico capitalista, na completa dependência do imperialismo americano.
Se em Portugal foram, pura e simplesmente, abandonadas as promessas eleitorais de submeter a referendo o Tratado de Lisboa, em nome de que se tratava de matérias demasiado complicadas para o povo poder entender e se pronunciar, noutros países a União Europeia procura impor-se aos povos europeus sob uma capa de legitimidade – nomeadamente tentando forçar o povo irlandês a aprovar aquele tratado em novo referendo, depois deste o ter rejeitado. No entanto, neste momento o que nos preocupa, acima de tudo, é como deter o processo dos despedimentos e do desemprego massivo, da precariedade que ameaça a própria sobrevivência dos trabalhadores, através da liquidação da actividade económica e dos serviços públicos do país.
Como ajudar os trabalhadores, unidos com as suas organizações (sindicatos, comissões de trabalhadores, partidos políticos), a lutar eficazmente contra os despedimentos e pela aprovação de uma lei que os proíba?
Foi com este entendimento e com base nestes princípios comuns, que os membros da RUE participam na lista que o POUS apresenta às Eleições para o Parlamento Europeu.

PROIBIÇÃO DOS DESPEDIMENTOS

PETIÇÃO ONLINE: http://www.petitiononline.com/Ndespede/



Assinem e divulguem o abaixo-assinado

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https://rueportugal.wordpress.com/

É urgente um Governo para aplicar os recursos do país ao serviço da nação!

Um Governo comprometido e apoiado no povo trabalhador e não na UE!

Nem um euro para salvar banqueiros e especuladores!

Cidadãos de diferentes sectores e diferentes quadrantes político-partidários, muito preocupados com a situação do nosso país e do mundo, estamos, no entanto, convictos de que existe a capacidade para mudar o curso dos acontecimentos por parte de todos os sectores da população trabalhadora. A condição é que todos estes possam participar no processo de reconstrução do país, no quadro da democracia, com um Governo soberano neles apoiado.

Sabemos que não estamos sozinhos. Um pouco por toda a parte da Europa, e não só, por todo o mundo, os trabalhadores e os povos procuram, com a sua luta, uma saída política de paz e de democracia.

É esta procura que tem sido realizada por praticamente todos os sectores da população trabalhadora portuguesa, uns após outros.

Depois das mobilizações às centenas de milhar contra o novo Código laboral, das lutas constantes para defender os serviços de saúde de proximidade, das lutas de todos os trabalhadores da Função Pública, dos pescadores e dos agricultores, atinge agora uma mobilização histórica a acção dos professores e educadores dos ensinos básico e secundário, unidos com todos os seus sindicatos, quer da UGT, quer da CGTP.

Por que não há-de ser possível a formação de um Governo decorrente desta vontade, expressa na luta da maioria do povo trabalhador?

Os professores têm razão quando afirmam que é urgente juntar à sua mobilização a de todos os outros sectores da população, a começar pelos funcionários públicos, para quem o Governo tem reservado, a partir do início do mês de Janeiro do próximo ano, a perda do vínculo ao Estado.

Cabe às centrais sindicais – CGTP e UGT, às quais pertencem as maiores federações sindicais dos professores – organizar esta mobilização (em conjunto também com os trabalhadores do sector privado), e, se necessário, a greve geral, para a formação de um Governo que:

– Responda positivamente aos 140 mil docentes, garantindo as condições de funcionamento da Escola Pública, no quadro da democracia, da liberdade de ensinar e de aprender;

– Garanta o vínculo ao Estado e uma avaliação democrática e formativa a todos os trabalhadores da Função Pública;

– Revogue o novo Código laboral, garantindo a contratação colectiva e horários de trabalho regulamentados;

– Garanta todos os postos de trabalho, pondo termo aos processos de encerramento e falência de milhares de empresas;

– Canalize toda a riqueza para a produção e para os serviços necessários à população, com um plano para a criação de emprego, incluindo a agricultura e a pesca, sob o controlo de comissões dos trabalhadores;

– Pare de vez com o processo de privatizações, e renacionalize – sem indemnização – os sectores estratégicos da economia nacional (energia, telecomunicações, Banca, combustíveis), recusando pôr em prática o plano que canaliza mais de 20 mil milhões de euros para salvar banqueiros e especuladores;

– Pare com o processo de encerramento dos serviços de saúde, e de asfixia financeira e desmantelamento do Ensino superior público;

– Estimule o consumo, aumentando o poder de compra das famílias trabalhadoras.

Que Governo poderá executar este plano?

Na Assembleia da República (AR) existe uma maioria de deputados eleitos com o voto de todo o povo trabalhador. Povo este que não tem parado de lutar contra as medidas do governo de Sócrates / Barroso.

A mobilização unida dos trabalhadores através das suas organizações sindicais – tanto da CGTP, como da UGT – ajudará a criar as condições para que se forme um novo Governo, saído dessa maioria da AR, para pôr em prática esta política.

Será um Governo capaz de procurar a cooperação solidária com os povos dos outros países, em particular os da Europa, ajudando com a sua acção a abrir os alicerces da construção da União livre das Nações Soberanas; um Governo que rompa com as instituições da União Europeia.

Juntemo-nos na defesa e construção deste caminho!

Subscritores: Carmelinda Pereira (Professora, dirigente do POUS); Maria Paula Montez (Desempregada, RUE/ CDEP); Margarida Pagarete (Estudante da FPCE–UL, RUE); João Godinho (Estudante da FCUL); Pedro Pereira (Estudante da FCUL); Jaime Crespo (Professor, EB1/JI Monte Abraão nº 1/ Queluz); Carlos Melo (Reformado da Banca, dirigente do POUS); Amália Martins (Professora, Esc. Sec. de Matias Aires/ Agualva – Cacém); Maria Helena Gomes (Professora da Escola Sec. de Linda-a-Velha); Maria Teresa Fernandes (Professora aposentada); Rosa Cândida Pereira (Professora aposentada); Marta Jacob (Arquitecta paisagista); Joaquim Pagarete (Professor aposentado, dirigente do POUS); André Genage (Funcionário da FCUL); Adélia Gomes (Professora aposentada); Jorge Torres (CT da Unor); Isabel Pires (Direcção do SPGL); João Pestana (Tec. Inf. Com. Aeronáutica); Aires Rodrigues (Dirigente do POUS); José Gonçalves Simões (Operário vidreiro da Marinha Grande); Daniel Gatoeiro (Operário químico da Marinha Grande).

Fazemos um apelo a todos os militantes e às organizações que partilham estas preocupações. Propomo-vos que nos juntemos para fazer avançar uma campanha comum do movimento operário e popular, para a unidade na acção baseada nesta exigência central: a urgência de romper com a política de Sócrates / Barroso, criando condições para a constituição de um Governo que ponha em prática um plano de salvação do país e da democracia.

Dou o meu acordo

a este Apelo

Local de

trabalho

Organização O

Associo-me

à RUE

Deixo o meu contacto

Correspondência para: Rua de Santo António da Glória, nº 52 B, cave C, 1250 – 217 Lisboa

fax: 21 325 78 11 ou para Carmelinda Pereira (carmelinda.pereira@sapo.pt)



Apelo à constituição de uma Comissão Nacional pela ruptura com a União Europeia
Setembro 13, 2008, 11:00 pm
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NÃO À UNIÃO EUROPEIA!

UNIÃO LIVRE DAS NAÇÕES SOBERANAS DA EUROPA!

O povo da Irlanda disse “Não!”.

Disse “Não!” no referendo ao Tratado de Lisboa.

O povo da Irlanda disse “Não!” à ditadura das instituições da União Europeia:

– Que impede os pescadores, os agricultores e os pequenos camionistas de sobreviverem;

– Que ataca todos os trabalhadores, destruindo a contratação colectiva e todos os direitos laborais, através de directivas (como o novo Código do Trabalho) e de sentenças do Tribunal Europeu de Justiça;

– Que impõe o desmantelamento dos serviços públicos, nomeadamente, na Saúde, no Ensino e na Segurança social;

– Que ataca a democracia e a soberania nacionais.

O povo da Irlanda disse “Não!”, tal como os pescadores de França ao declararem: “Abaixo a ditadura da União Europeia!”; tal como o afirmaram os povos francês e holandês, ao votarem “Não!” no referendo à “Constituição” Europeia, em Maio de 2005.

Como eles, o povo português tem o direito de poder expressar-se, através de um referendo, para dizer não ao processo de destruição da Nação portuguesa.

Nós, militantes e trabalhadores de Portugal, subscritores deste apelo, afirmamos: para defender todas as conquistas de Abril, para inverter este processo destrutivo, não há nada de mais urgente que romper com a União Europeia, abrindo a via à construção da UNIÃO LIVRE DAS NAÇÕES SOBERANAS DA EUROPA.

Consideramos que todos quantos se reclamam da defesa das conquistas de Abril e de uma vida digna para a população portuguesa – militantes, organizações e partidos – devem poder associar-se a esta batalha comum.

Apelamos à constituição de uma Comissão Nacional pela ruptura com a União Europeia.

Os primeiros subscritores:

Aires Rodrigues; Daniel Gatoeiro (op. químico Mª Grande); Nelson Matos (op. químico Mª Grande); Celso Martins (op. químico Mª Grande); José Simões (op. vidreiro Mª Grande); Aurélio Marques (op. vidreiro Mª Grande); Arsénio Cerejo (op. vidreiro Mª Grande); Fernando Simões (op. vidreiro Mª Grande); Adélia Gatoeiro (opª. vidreira, Delg. sindical Mª Grande); Vírgilio Guerra Marques (designer Mª Grande); Isabel Pedro (empr. Cartonagem Mª Grande); José Caiado Galego (empres. Moldes Mª Grande); Vítor Braga Pontes (lapidário Mª Grande); Prudência Videira (profª Ens. Sec. Mª Grande); Mª João Gomes (secret. Adm. Mª Grande); Luís Ferreira da Silva (pequeno empres. Bajouca, Leiria); Manuel dos Santos (pedreiro Bajouca, Leiria); Paulo Azevedo Ferreira (empreg. comercial Monte Redondo, Leiria); Vítor Santos (empres. restauração Praia do Pedrógão, Leiria); Mª de Fátima Coutinho (empresª. restauração Praia do Pedrógão, Leiria); Cristino Paulo (Assembleia de freguesia de Alfarelos, vereador independente); Carmelinda Pereira; Isabel Salsinha (func. pública); Luísa Cintrão (professora); Joaquim Pagarete (professor); Paula Montez (enc. de educação); Carlos Melo (bancário); Santana Henriques (Círculo de Leitores); Vítor Amaral (func. público); António Katchi (professor, Macau); Maria da Luz Oliveira (professora); Carlos Aguiar (biólogo); Fernanda Carvalho Silva (professora); Catarina Pedrosa (professora); Cláudia de Sá Pereira (professora); Helena Carvalho (func. pública); António Serra (analista-programador); Cláudia Sá Pereira (professora); Adélia Gomes (professora); Maria Cândida Barros (professora); Lourdes Coelho (professora); Ema Fogaça (professora); Joana Tavares Vargas (educ. infância); José Jorge Leitão (professor); Manuela Leitão (educ. infância); Marcelina Nogueira (reformada); Maria João (doméstica); Manuel Pereira (pedreiro); Diogo Nogueira (emp. mesa); J. E. (bancário); José Nogueira (emp. balcão); Maria Nogueira (doméstica); Naida Rebelo (func. parlamentar); Paulo Tremoceiro (func. público); Maria Stela Cavaco (func. pública ap.); Sílvia Cavaco (técnica informática); Eugénio Boiça (op. vidreiro Mª Grande); Irene Pinto (opª. vidreira Mª Grande); Antero Rodrigues (vidreiro ref.); Adelina de Sousa (vidreira ref.); Joaquim santos (vidreiro ref.); José Anjo (vidreiro ref.); Celeste Neto; Armando Costa (trab. indep.); Elsa Lino (secret. comercial); Joaquim Panacho (op. moldes, Mª Grande); Aníbal Lino (ref.); Helena Lino (refª.); Vladimir Rodrigues (pintor); Margarida Pagarete (estudante); Isabel Reinhards (refª); André Genage (func. público); Ana Paula Medeiros (professora); Anabela Alves (professora); Mª LaSalette Arcas Silva (professora); Mª Isabel Pires (dirig. SPGL); Vítor Lopes (Mª Grande); Hermínio Freitas Nunes (indústria Mª Grande); Mª Vitória Martins (desempregada Mª Grande); Nídia Veríssimo (desempregada Mª Grande); Mª Eugénio Diogo Coelho (Mª Grande); Carla Coelho Gonçalves (Mª Grande); Américo Rosa (reformado Mª Grande); José Manuel Rodrigues (reformado Mª Grande); José João Manuel (reformado Mª Grande); António Dinis (reformado Mª Grande); João Pestana; Isabel Guerreiro (professora).