RUE


Jornal de Notícias: Lista do POUS
Abril 29, 2009, 11:30 pm
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Partido quer proibir despedimentos

2009-04-29

Na apresentação da candidatura ao Parlamento Europeu, a  dirigente do POUS, Carmelinda Pereira, defendeu a saída de Portugal da União Europeia.

A proibição dos despedimentos e a saída de Portugal da União Europeia (UE) são as principais bandeiras do Partido Operário de Unidade Socialista (POUS) para a campanha rumo às eleições europeias de 07 de Junho.

A dirigente do POUS Carmelinda Pereira, que apresentou em conferência de imprensa os objectivos da campanha do partido, defendeu que o governo “faça uma lei proibindo todos os despedimentos”.

“É insustentável vivermos num país em que se despedem em média 80 trabalhadores por hora. Estamos a destruir a classe trabalhadora de uma forma que compromete a reconstrução do nosso país, da economia portuguesa e a própria democracia”, declarou em declarações à agência Lusa.

A cabeça-de-lista do POUS ao Parlamento Europeu (PE) defendeu ainda a necessidade de Portugal “romper com a União Europeia, com as suas instituições e os seus tratados” e “lançar a base para a construção da união livre das nações soberanas de toda a Europa”.

“Não há nenhuma saída positiva para a sociedade portuguesa no quadro deste Parlamento e destas instituições (…) e de políticas de destruição da produção, dos serviços públicos, dos direitos dos trabalhadores, da democracia. É preciso desmanchar estas instituições e estes tratados”, acentuou.

Prometendo uma campanha “de contacto com os trabalhadores e com as populações”, “nos locais de trabalho ou nas ruas”, Carmelinda Pereira instou os partidos de esquerda que contestam as políticas comunitárias a “serem consequentes” e afirmarem se também são contra as instituições da União porque, sustentou, “as políticas da UE são intrínsecas às instituições”.



Comunicado de Imprensa Lista POUS
Abril 29, 2009, 10:50 pm
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POUS blog

Partido Operário

de Unidade Socialista

Secção portuguesa da IVª Internacional

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Comissão Nacional pela Ruptura com a União Europeia

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Sede: Rua de Santo António da Glória, nº 52 B, cave C, 1250 – 217  Lisboa    6 (fax):  21 325 78 11

Comunicado de imprensa

da lista do POUS candidata às eleições ao Parlamento Europeu

O POUS apresenta a estas eleições uma lista – com base numa plataforma política – integrando membros deste partido e outros cidadãos, de diferentes quadrantes políticos, organizados na Comissão Nacional pela Ruptura com a União Europeia (RUE).

Ao apresentar-se a estas eleições, a lista tem dois grandes objectivos:

– Desenvolver uma campanha política para que o Governo faça uma Lei proibindo todos os despedimentos. De facto, o que está a acontecer neste país (com uma média de 80 despedimentos por hora) é uma situação insustentável. Ao destruir desta maneira a classe trabalhadora, está a ser comprometido o futuro da sociedade portuguesa e a própria democracia.

– Afirmar que o “Parlamento” Europeu constitui apenas uma fachada democrática para melhor enganar os povos de toda a Europa sobre o carácter antidemocrático de todas as instituições da União Europeia. Portanto, a saída positiva para a sociedade portuguesa passa pela existência de um Governo que, mobilizando todos os recursos do país para salvar a economia nacional, procure pôr em prática políticas de cooperação solidária com os outros povos da Europa, o que coloca na ordem do dia a necessidade de romper com a União Europeia, as suas instituições e os seus Tratados, e, neste mesmo processo, lançar as bases para a construção da União livre das nações soberanas de toda a Europa.

Lisboa, 29 de Abril de 2009



DN e Público online: Lista POUS – Campanha pela proibição dos despedimentos e pela ruptura com a UE
Abril 29, 2009, 10:48 pm
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EUROPEIAS

POUS quer proibição de despedimentos e saída da UE

por Lusa

29 Abril 2009

A proibição dos despedimentos e a saída de Portugal da União Europeia (UE) são as principais bandeiras do Partido Operário de Unidade Socialista (POUS) para a campanha rumo às eleições europeias de 07 de Junho.

A dirigente do POUS Carmelinda Pereira, que hoje apresentou em conferência de imprensa os objectivos da campanha do partido, defendeu que o governo “faça uma lei proibindo todos os despedimentos”.

“É insustentável vivermos num país em que se despedem em média 80 trabalhadores por hora. Estamos a destruir a classe trabalhadora de uma forma que compromete a reconstrução do nosso país, da economia portuguesa e a própria democracia”, declarou em declarações à agência Lusa.

A cabeça-de-lista do POUS ao Parlamento Europeu (PE) defendeu ainda a necessidade de Portugal “romper com a União Europeia, com as suas instituições e os seus tratados” e “lançar a base para a construção da união livre das nações soberanas de toda a Europa”.

“Não há nenhuma saída positiva para a sociedade portuguesa no quadro deste Parlamento e destas instituições (…) e de políticas de destruição da produção, dos serviços públicos, dos direitos dos trabalhadores, da democracia. É preciso desmanchar estas instituições e estes tratados”, acentuou.

Prometendo uma campanha “de contacto com os trabalhadores e com as populações”, “nos locais de trabalho ou nas ruas”, Carmelinda Pereira instou os partidos de esquerda que contestam as políticas comunitárias a “serem consequentes” e afirmarem se também são contra as instituições da União porque, sustentou, “as políticas da UE são intrínsecas às instituições”.

Em substituição da UE, Carmelinda Pereira propõe a “união livre das nações soberanas de toda a Europa” e a existência em Portugal de um governo que, “mobilizando todos os recursos do país”, “procure pôr em prática políticas de cooperação solidária com os outros povos da Europa”.

” campanha dos partidos com assento parlamentar, que apostam na “defesa da UE como uma saída” e na “destruição do país”, o POUS promete contrapor o “agrupamento e organização dos trabalhadores” para “trabalhar na via da construção da unidade”.

Também no Público online AQUI



Comunicado RUE 25/Abril/2009

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VIVA O 25 DE ABRIL


PROIBIÇÃO DOS DESPEDIMENTOS


A RUE (Comissão Nacional Ruptura com a União Europeia) é uma comissão recentemente formada, em 13 de Setembro de 2008. No Apelo da sua constituição proclamava:

«NÃO À UNIÃO EUROPEIA!
UNIÃO LIVRE DAS NAÇÕES SOBERANAS DA EUROPA!
O povo da Irlanda disse “Não!”.
Disse “Não!” no referendo ao Tratado de Lisboa.
O povo da Irlanda disse “Não!” à ditadura das instituições da União Europeia:
– Que ataca todos os trabalhadores, destruindo a contratação colectiva e todos os direitos laborais;
– Que impede os pescadores, os agricultores e os camionistas de sobreviverem;
– Que impõe o desmantelamento dos serviços públicos, nomeadamente, na Saúde, no Ensino e na Segurança social;
– Que ataca a democracia e a soberania nacionais para acabar com todas as conquistas de Abril.
O povo da Irlanda disse “Não!”, tal como os pescadores de França ao declararem: “Abaixo a ditadura da União Europeia!”; tal como o afirmaram os povos francês e holandês, ao votarem “Não!” no referendo à “Constituição” Europeia, em Maio de 2005.»
O Tratado de Lisboa pretende reforçar mais os poderes dos outros tratados e concentrar esses poderes de decisão nas cúpulas da União Europeia (UE) que ninguém elegeu.
O Tratado de Lisboa visa despojar as nações do poder de decisão dos seus órgãos representativos eleitos, retirar poderes aos parlamentos nacionais eleitos pelos povos de cada Estado-membro.
Por meio destes tratados, a UE procura destruir as nações de acordo com um plano global de liquidação dos direitos e das conquistas dos trabalhadores e dos povos, privando-as da sua soberania e da sua capacidade de resposta às necessidades dos respectivos cidadãos, através da imposição de directivas que se sobrepõem às leis de cada nação.
Cada vez mais tudo passará a vir de Bruxelas, como aliás já acontece em larga medida, fazendo com que a maior parte das deliberações políticas e da legislação que as sustenta decorra de directivas da UE.
A nossa Comissão integra militantes do POUS (Partido Operário de Unidade Socialista, secção portuguesa da IVª Internacional) e cidadãos de vários sectores profissionais e ideológicos que se revêem na ideia de que a União Europeia, desde os primórdios da sua constituição, se tem orientado no sentido de proteger o sistema económico capitalista, na completa dependência do imperialismo americano.
Se em Portugal foram, pura e simplesmente, abandonadas as promessas eleitorais de submeter a referendo o Tratado de Lisboa, em nome de que se tratava de matérias demasiado complicadas para o povo poder entender e se pronunciar, noutros países a União Europeia procura impor-se aos povos europeus sob uma capa de legitimidade – nomeadamente tentando forçar o povo irlandês a aprovar aquele tratado em novo referendo, depois deste o ter rejeitado. No entanto, neste momento o que nos preocupa, acima de tudo, é como deter o processo dos despedimentos e do desemprego massivo, da precariedade que ameaça a própria sobrevivência dos trabalhadores, através da liquidação da actividade económica e dos serviços públicos do país.
Como ajudar os trabalhadores, unidos com as suas organizações (sindicatos, comissões de trabalhadores, partidos políticos), a lutar eficazmente contra os despedimentos e pela aprovação de uma lei que os proíba?
Foi com este entendimento e com base nestes princípios comuns, que os membros da RUE participam na lista que o POUS apresenta às Eleições para o Parlamento Europeu.

PROIBIÇÃO DOS DESPEDIMENTOS

PETIÇÃO ONLINE: http://www.petitiononline.com/Ndespede/



Comunicado POUS 25/Abril/2009
Abril 25, 2009, 1:37 am
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Partido Operário de Unidade Socialista

Secção portuguesa da IVª. Internacional


Proibição dos Despedimentos!

Por um Governo que adopte umPlano de Reconstrução Nacional!

Sim à Cooperação entre os Povos!

Sim à União Livre das Nações Soberanas!

Ruptura com a União Europeia!

Viva o 25 de Abril!


90 trabalhadores portugueses despedidos em cada hora que passa!

Mais de 2000 trabalhadores despedidos ao final de cada dia!

Para onde se caminha?

Basta! Para defender o direito à vida, a democracia e o futuro do país, é preciso exigir a proibição de todos os despedimentos!

Porque este é um problema vital que atinge toda a população, o POUS – em conjunto com a Comissão Nacional pela Ruptura com a União Europeia (RUE) – está empenhado numa campanha nacional pela proibição dos despedimentos.

A mesma luta em toda a Europa

Em todos os países da Europa, a mesma destruição; em todos os países, a resistência e a mobilização para derrotar a política dos governos subordinados aos interesses do capital financeiro e das multinacionais, interesses que são materializados nas directivas da União Europeia.

Em mais de 20 países da Europa, de Portugal à Rússia, da Inglaterra à Grécia, militantes e dirigentes de diferentes correntes do movimento operário, estão a agir para ajudar a organizar o movimento que imponha a proibição dos despedimentos, bem como políticas de cooperação e de reconstrução das economias dos seus países, procurando assim a via de uma outra forma de organização dos povos da Europa – a via da União Livre das Nações Soberanas!

Proibir os despedimentos – Reatar com todas as conquistas do 25 de Abril!

Assumir a batalha política em Portugal pela proibição dos despedimentos, é ajudar a criar as condições para que o povo trabalhador imponha um Governo que adopte um plano de reconstrução nacional, para o qual deverão ser mobilizados todos os recursos do país, desde o capital bancário à energia, o que põe na ordem do dia a renacionalização de todos os sectores estratégicos da economia nacional.

Avançando nesta direcção, retomar-se-á o caminho do 25 de Abril e de todas as suas conquistas.

Avançando nesta direcção, colocar-se-á na ordem do dia a ruptura com as directivas e tratados da União Europeia, abrir-se-á a via à cooperação entre os povos.

Este é o eixo da lista do POUS às eleições para o Parlamento Europeu, uma lista partilhada com membros da RUE. Uma Lista que elege como batalha política prioritária a exigência de uma lei que proíba todos os despedimentos.

Junta-te a este combate!


Assina a carta para exigir a proibição dos despedimentos


Sede: Rua de Santo António da Glória, nº 52 B, cave C, 1250 – 217 Lisboa

6 21 325 78 11 http://pous4.no.sapo.pt email: pous4@sapo.pt



Lista do POUS para as Eleições para o Parlamento Europeu
Abril 24, 2009, 11:11 pm
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O POUS (Partido Operário de Unidade Socialista) entregou hoje no Tribunal Constitucional a lista candidata às Eleições para o Parlamento Europeu: 7 de Junho de 2009

Esta lista é constituída por militantes do POUS e por membros da RUE (Comissão Nacional Ruptura com a União Europeia):

01 – CARMELINDA PEREIRA

02 – ISABEL PIRES

03 – AIRES RODRIGUES

04 – PAULA MONTEZ

05 – JORGE TORRES

06 – JOSÉ SIMÕES

07 – JOANA DELGADO

08 – JOSÉ CAIADO

09 – AMÁLIA MARTINS

10 – ÁLVARO ROLANDO

11 – PRUDÊNCIA VIDEIRA

12 – ADÉLIA GOMES

13 – JOAQUIM PAGARETE

14 – MANUELA LEITÃO

15 – LUÍS F. DA SILVA

16 – DANIEL GATOEIRO

17 – LUÍSA CINTRÃO

18 – ANTÓNIO SERRA

19 – RAQUEL MARTINS

20 – ISABEL SALSINHA

21 – JAIME CRESPO

22 – MARIA DA LUZ FERNANDES

Suplentes

1º suplente – HELENA GOMES

2º suplente – JOÃO PESTANA

3º suplente ‑ ROSA CÂNDIDA PEREIRA

4ºsuplente – HELENA  CARVALHO

5ª suplente – PAULO FERREIRA

6ª suplente – TERESA FERNANDES

7º suplente – MARGARIDA PAGARETE



Roménia, país sujeito às leis da livre concorrência
Localização da

Localização da Roménia (em vermelho) no continente europeu (em castanho claro e branco) e na União Europeia (em castanho claro).

Saudacoes Socialistas!

Muito obrigado por esta carta que me foi enviada. Eu sou romeno e no meu pais aconteceu exactamente a mesma coisa que em Portugal: a industria, a agricultura, a saude, a cultura, os pequenos comerciantes, etc. sao arruinados. Neste momento as grandes empresas multinacionais se han apoderado da economia romena: se ha destrocado um periodo de 55 anos de historia revolucionaria e de conquistas sociais do proletariado. Mais, aqui em Europa de Leste ha uma diferencia de percepcao historica: a revolucao do povo foi anticomunista, ou melhor dizer anti “dictatura de tipo comunista” do leeder Ceausescu, um homem que conduzeu o pais com mano de ferro. Eu nao sei escrivir muito bem em portugues e o meu computador nao tem o teclado do alfabete portugues, mais quero centrar-me especialmente num unico aspecto: a Europa de Leste sofre muito mais que a Europa Ocidental, por causa da entrada na U.E.: a maioria das empresas de Europa Ocidental han acaparado as economias dos paises de Leste e no caso da Romenia por ex. 95% de alimentos sao importados, 78% de produtos de necesidad basica sao importados tambem; e muito dificil encontrar produtos romenos no mercado!. somos escravos do Ocidente, pois os donos das empresas romenas sao italianos, alemaes, franceses, etc. Nao exagero, (ha alguns exepcoes) mais a maioria das empresas importantes sao nas maos dos estranjeiros. Obrigado uma vez mais por sua carta. Neste momento eu trabalho na Noruega, pois na Romenia nao encontro trabalho: seria possivel abrir uma filial do POUS na Romenia? eu acho que os trabalhadores romenos merecem aderir a POUS.

Com agradecimento,

Fateh Singh Khalsa)